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A Modinha Brasileira: sucesso de exportação

A música e os músicos brasileiros são hoje amplamente conhecidos e respeitados no cenário artístico internacional. Imagina-se que tudo teria começado na última década de 40 com Carmem Miranda. Tempos depois, foi a vez de nomes como Tom Jobim e João Gilberto. Muitos outros se seguiram a eles. Mas não é de hoje (ou do século passado!) que o Brasil exporta talento musical. No século XVIII, um jovem brasileiro, nascido em 1740, encantou a corte portuguesa com sua música e seu talento. Seu nome era Domingos Caldas Barbosa. Tinha pouco mais vinte anos quando chegou a Lisboa, com planos de completar os estudos, onde foi acolhido por nobres, amigos de seu pai, um próspero comerciante na Colônia (Brasil). Em seu livro Pequena História da Música Popular, o pesquisador José Ramos Tinhorão afirma que “um novo gênero de canção solista (foi) levado do Brasil” por Caldas Barbosa para Portugal. Cantando tais composições, acompanhando-se ao violão, conquistou o sucesso, mas não sem oposição. Seus versos exaltavam o amor e a mulher, e os conservadores consideravam aquilo uma má influência para os jovens. Predominava na Corte velhos gêneros musicais referidos como “cantilenas guerreiras, que inspiravam ânimo e valor”. Um respeitado erudito da época escreveu “Hoje só se ouve cantigas amorosas de suspiros, de namoros refinados (...) Eu não conheço nada mais prejudicial  à educação (...) do que este trovador ...”  Apesar disso, Domingos era muito requisitado para as festas, viu versos seus incluídos em publicações respeitáveis da época e integrou a Academia de Belas Artes de Lisboa. E foi assim que se tornou o grande divulgador da modinha que é considerada pelos estudiosos como o primeiro gênero musical brasileiro.  Mas a façanha desse trovador é ainda mais surpreendente quando tomamos conhecimento que, além de chegar a Lisboa como emigrante de uma colônia considerada inculta e selvagem, Domingos era mulato! Imaginem quantos preconceitos não enfrentou até conquistar o merecido respeito?! Nunca mais retornou de Portugal, onde faleceu em 1800. Dois anos antes foi editado a “Viola de Lereno”, um conjunto de sua obra poética. As melodias, entretanto, não tiveram a mesma sorte, perdendo-se no tempo, em sua maioria.

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