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O Retorno da Modinha à sua terra natal

Com o interesse dos músicos portugueses de escola pela modinha brasileira, despertado pelo talento e pela divulgação de Domingos Caldas Barbosa, o novo gênero é ajustado para as forma de expressão musical da época (fins do século XVIII e início do seguinte), que era a música camerística de salão. O historiador J. R. Tinhorão esclarece que foi necessário “aguardar o advento das serenatas à luz dos lampiões de rua, nos últimos anos do século XIX para então retomar a tradição de gênero popular, pelas mãos dos mestiços tocadores de violão.” O retorno da modinha, embora deformada, à sua terra natal, deu-se com a vinda da corte do então príncipe Dom João para o Brasil, em 1808. Em sua forma original, a modinha continuou a ser cultivada anonimamente por cantores e músicos de rua. Sua aceitação pela elite, entretanto, só aconteceu na segunda metade do século XIX. Um artista do povo, consagrado nas ruas, nos salões e nos teatros, teve papel fundamental no retorno da modinha original ao centro das atenções da época: Xisto Bahia. O interesse de uma geração de intelectuais de classe média urbana, que começou a compor e cantar modinhas, também desempenhou importante papel nesse resgate. Entre esses intelectuais vamos encontrar, Laurindo Rabelo, José de Alencar, Gonçalves Dias, Casimiro de Abreu e muitos outros grandes nomes da nossa literatura. As letras dessas modinhas não se perderam: estão disponíveis nos livros de poesia que podemos facilmente encontrar. Não se pode dizer o mesmo das melodias. Um exemplo de preservação, entretanto, temos a oportunidade de testemunhar nos finais de semana em Conservatória: trata-se da modinha/poema O Lenço Dela, de Álvares de Azevedo (1831-1852). Os Irmãos Freitas, Joubert e José Borges, os admiráveis seresteiros e preservadores da tradição da serenata, aprenderam com o pai a modinha, que é freqüentemente cantada nas noites de serenata do lugar. É, com certeza, um dos muitos momentos de emoção que a serenata reserva aqueles que se engajam na maravilhosa confraternização musical que acontece todas as sextas e sábados em Conservatória. A modinha O Lenço Dela, está incluída no repertório dos jovens seresteiros do Projeto “Conservatória Meu Amor”, garantindo sua preservação pelas novas gerações.

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