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Irmãos Freitas: Idealismo, Liderança e Trabalho


Foi no início do ano de 1938, que  “Seu” Freitas” trouxe a família para, pela primeira vez, visitar e passar férias em Conservatória.  Seus filhos, José Borges e Joubert de Freitas, logo integraram-se ao grupo de seresteiros que encontraram cantando pelas ruas do lugar. Eles traziam na bagagem, as lições de serenata, aprendidas, ainda crianças, com o pai. Nessas mesmas ruas José Borges permaneceu cantando até novembro de 2002 e Joubert continua, com brilhantismo, exercendo sua condição de grande menestrel.
A criação e desenvolvimento do Museu da Seresta e Serenata é resultante da fantástica sinergia entre esses dois idealistas. O imóvel, inicialmente alugado, foi residência dos irmãos. Sua “elevação à categoria de Museu” resultou de um processo natural, na medida em que a casa se tornou ponto-de-encontro dos seresteiros  antes das saídas em serenata. As matérias em jornais e revistas, fotos de visitas de artista, intelectuais e outros, motivo de orgulho para os Irmãos, demais seresteiros e Comunidade, começaram a decorar as paredes da primeira sala. Mais presentes foram chegando (livros, quadros, discos, etc), formando o acervo do Museu e ocupando os dois outros cômodos, “expulsando” seus moradores. O movimento musical (a Serenata) passou a ser conduzido pelo “Museu” e este conduzido pelos Irmãos Freitas. Enquanto o eloqüente advogado José Borges, morando em São Paulo até fins da década de 80, com ampla rede de conhecimentos no meio jornalístico e intelectual, fazia o trabalho de divulgação, o professor Joubert cuidava do Museu, de seu acervo, e das Serenatas, pois, morando em São Paulo, José Borges não podia vir a Conservatória com muita freqüência. A condução das noites de Seresta no Museu e das saídas em Serenata sempre foram atribuições do Joubert, que exerce uma liderança natural no grupo. Muito carismático, Joubert pode ser descrito como um “aglutinador”, mantendo unido o grupo de seresteiros e sempre conquistando novos integrantes.  José Borges, homem de cultura ampla, aprofundou-se no estudo da história da MPB, assegurando conteúdo e credibilidade aos projetos desenvolvidos pela dupla, garantindo o sucesso de iniciativas como o projeto “Conservatória, Em Toda Casa Uma Canção”.  Sua estabilidade financeira, conquistada como funcionário graduado do Ministério do Trabalho, garantiu recursos que permitiram a aquisição do imóvel onde situa-se o Museu, a confecção da maior parte das plaquinhas do projeto já citado e outros investimentos sem fins lucrativos, indispensáveis para atingir os objetivos idealistas da dupla.
Enquanto José Borges desempenhava brilhantemente a “função” de Relações Públicas de Conservatória e seu Movimento Musical, Joubert dedicava-se ao conteúdo do Museu. Organizou catálogos, dentre os quais, das plaquinhas de canções, de reportagens publicadas. Acumulou, e armazenou em pastas, poemas e músicas dedicados à Conservatória e às Serenatas, deixados por visitantes, além de partituras, relatos, fotos e outras reminiscência que hoje constituem o extenso acervo do Museu. Esse acervo vem sendo freqüentemente consultado por pesquisadores nas áreas de história, música e turismo que visitam Conservatória ansiosos por conhecer e documentar a romântica história de sucesso da “Capital da Serenata”, título dado à Conservatória pelo jornalista Gianni Carta, em publicação na Inglaterra. Esse título, para o qual o jornalista não estabeleceu fronteiras (estadual, nacional ou mundial), sintetiza brilhantemente o trabalho ímpar dos Irmãos e cobre, como uma “coroa de louros” suas cabeças, melhor dizendo, seus corações abençoados. Para nós, amigos e seresteiros mais jovens, fica o exemplo e a responsabilidade de continuar o trabalho de preservação cultural da Serenata, não esquecendo o mais importante diferencial cultivado por nossos mestres: “Só o amor constrói para a eternidade!.”


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