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A Modinha desapareceu?

Em textos anteriores vimos que a modinha brasileira ganhou notoriedade em meados do século XVIII, sofreu estilização pelos músicos portugueses de elite ao final daquele século, mas resistiu em sua forma mais pura, nas vozes de cantadores anônimos, ao longo de dezenas de anos, até reconquistar sua popularidade ainda na primeira metade do século XIX. Contribuiu para tal o apoio dos nossos grandes poetas românticos e o gosto pelas serenatas, tendo essas se extinguido, nos grandes centros urbanos, nas primeiras décadas do século XX.
Paralelamente, outros gêneros musicais se desenvolveram, como o lundu, o maxixe e o choro, e os típicos de carnaval, incluindo o samba. E seria o samba-canção, durante a década de 20, que faria da modinha “coisa do passado”, ultrapassando-a no gosto popular. Duplamente atraente, o samba-canção servia para cantar e dançar.  Conta o pesquisador J. R. Tinhorão que “Durante os vinte anos que medearam entre o despontar do rádio como novo lançador de música em âmbito nacional, em 1930, e o aparecimento da televisão, a partir de 1950, as mais puras modinhas ainda podiam ser ouvidas com freqüência, escondidas por detrás das mais diferentes indicações de gênero: canção, canção sertaneja, valsa-canção e tango-canção.” Poetas de renome na nossa história recente demonstraram seu interesse pelo gênero: em 1943 o músico Jaime Ovale faz melodia para a composição Modinha de Manuel Bandeira, e Vinícius de Moraes, em 1957, lança a sua Serenata do Adeus. Tinhorão exalta também o trabalho de alguns compositores atuais: “Do fim da década de 60 ao início da de 70 (...), pelo menos em três oportunidades a modinha se faria sentir, numa demonstração inesperada do vigor de um gênero supostamente destinado a perecer numa era de negação da melodia rebuscada em favor do ritmo atordoante: (...) Juca Chaves com Por Quem Sonha Ana Maria (1961), Chico Buarque de Hollanda com Até Pensei (1967) e Sérgio Bittencourt com Modinha (1968).”
Em Conservatória, os Irmãos Freitas, Joubert e José Borges, fundadores do Museu da Seresta e Serenata, rigorosos na sua determinação de preservar a canção brasileira de amor, lançaram em Dez/2000, o libreto “Canções Eternizadas – Séculos XIX e XX”, uma seleção de 150 músicas. Principal fonte de referência para o repertório das serenatas locais, esse libreto inclui as três modinhas exaltadas por Tinhorão, dentre outras, que permancem vivas nas ruas da “Capital da Serenata”, nas vozes de seus seresteiros.

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